É tempo de comemorar! Aceita um café?

Nesta semana foi comemorado o dia mundial do café, uma das bebidas mais populares e consumidas no mundo inteiro. O sabor e o aroma do café são essenciais para o dia começar bem, mas, até o café chegar quentinho na mesa de casa, o grão passa por um longo processo, que se inicia nos cafezais.

O plantio do café no Brasil teve início no século XVIII, no estado do Pará, e devagar, se expandiu para os outros estados, como o Rio de Janeiro, mas foi só no século XIX que o país ganhou destaque com a exportação do grão. Na atualidade, Minas Gerais é o maior estado produtor do grão no país, seguido respectivamente por Espírito Santo, São Paulo, Bahia, Paraná e Rondônia.

Dentre as várias espécies de café que existem, as mais cultivadas são Coffea arabica e Coffea canephora, que no Brasil é conhecida como Conilon. Depois do plantio a muda leva de dois a três anos para começar a produzir e no período do inverno a flor do café floresce, proporcionando uma linda paisagem. Nos meses seguintes essa flor transforma-se no fruto e inicia o período de maturação, após começa o período da colheita.

Em escala mundial o Brasil detém o título de maior exportador de café, logo a comercialização do grão é um dos maiores propulsores da economia do país. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), apenas no primeiro trimestre de 2021, o Brasil já exportou cerca de 11,9 milhões de sacas de 60 kg de café, o que corresponde a um aumento de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O cafeicultor brasileiro enfrenta muitos desafios durante o plantio, pois, as plantações são diretamente afetadas por questões climáticas, como geadas, seca ou longos períodos de chuva, que variam de acordo com cada região. Outros fatores como o tipo de solo e forma de cultivo também afetam as plantações. Além disso, o plantio também sofre com infestações de doenças e pragas que atacam as folhas e os grãos. Entre as

pragas mais perigosas para os cafezais pode-se destacar a broca-do-café, que é uma praga que ataca o fruto em qualquer estágio de maturação. O ácaro vermelho e as cigarrinhas também são pragas que causam sérios danos se não contidas a tempo.

Neste contexto os cafeeiros recorrem, entre outras soluções, a adubação e pulverização, porém é necessário que os equipamentos de aplicação sejam freqüentemente inspecionados, para que haja um maior controle e para que a plantação receba a quantidade adequada de produto.

Para que essa distribuição ocorra de maneira uniforme na plantação, é necessário que os equipamentos que realizam essa aplicação estejam em pleno funcionamento. Neste aspecto os cafeicultores podem contar com um grande aliado, o Fluxin, que é um equipamento de medição desenvolvido pela Agroflux, com o intuito de fazer a verificação das pontas do pulverizador. Com o Fluxin, é possível encontrar bicos obstruídos que estejam aplicando o produto de forma ineficaz, insuficiente ou em excesso. O Fluxin permite que as ações de controle de pragas se tornem mais confiáveis, já que o equipamento identifica as falhas no aplicador e, com esse apontamento, o problema pode ser resolvido em curto período, já que as informações do aparelho são enviadas via bluetooth para o aplicativo de celular disponibilizado pela Agroflux, o que possibilita que as informações sejam compartilhadas direto do campo.

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