TECNOLOGIA NO AGRONEGÓCIO: O QUE TEMOS

E O QUE DEVEMOS FAZER?

Não é de hoje que o campo tem sido prestigiado com mudanças que vieram facilitar – e muito – a vida do agricultor. A começar pelo maquinário que introduziu uma rotina menos braçal e cansativa. Contudo, por outro lado, trouxe para o trabalhador e empresário a necessidade de se profissionalizar e extrair o máximo das novas ferramentas. De repente, não bastava mais conhecer o comportamento das culturas, mas entender como potencializar a sua produção.

E assim foram chegando mais e mais tecnologias que trouxeram, entre tantas vantagens, praticidade, organização, redução de perdas e desperdícios e o aumento da produtividade. E as mãos do produtor deixaram de carregar enxadas, mas dados que definem importantes tomadas de decisões. Enfim, o homem do campo trocou a força pela capacidade de gerir o trabalho. Hoje, o sucesso dos cultivos está diretamente ligado à modernização do sistema de produção.

A tendência é que isso só se fortaleça nos próximos anos. Não à toa já chegamos à tecnologia 5.0 deixando cada vez mais longe a para trás os métodos demorados e onerosos e agarrando inovações que trazem agilidade, redução de custos e maior produtividade. A tecnologia no agronegócio segue tendências e é preciso estar atento às novidades para não perder mercado.

Por isso, destacamos algumas das principais tecnologias que todo mundo deve seguir se não quiser perder mercado.

1- Tecnologia de Precisão

Com seus 8,5 milhões de km², o Brasil tem a 5ª maior extensão territorial do mundo e a 4ª maior área disponível para agricultura. Climas variados propiciam a cultura de diferentes produtos, mas são também essas variáveis que exigem cada vez mais expertise do produtor.

A Agricultura de Precisão (AP) chegou para melhorar a produtividade e garantir mais resultados, com monitoramento e manejo adequado o ano todo. Essa é uma prática feita a partir da união de uma série de recursos tecnológicos que tem por objetivo transformar as lavouras em espaços mais preciso e controláveis.

Controle do agroecossistema, sensores e medidores de última geração permitem uma análise criteriosa de todos os elementos:

– solo

– área de cultivo

– influência do clima

– insetos e doenças que afetam a plantação

Como resultado desse trabalho, destacamos uma melhor qualidade do produto e seu consequente aumento no preço final.

2- Equipamentos autônomos

Parecia que nunca ia chegar, mas a era dos equipamentos que se movem sozinhos chegou. Ainda não temos carros voadores, mas que diria que seria no campo que assistiríamos os primeiros passos dessa revolução.

Os tratores autônomos já estão sendo testados e cobiçados nas feiras agrícolas. A tecnologia permite que o equipamento seja guiado por GPS e controlado à distância pelo celular ou computador, diminuindo substancialmente os custos de operação. E sem precisar de descanso, alguns tratores poderão ter autonomia de até 24 horas.

3- Melhoramento Genético e Biotecnologia

Atribuir novas características genéticas aos cultivares significa desenvolver produtos que sejam mais resistentes, que se adaptem melhor às mudanças climáticas, que se desenvolvam mais rápidos e que supram as necessidades da população.

Nos organismos geneticamente modificados (OGM) mantêm-se as características desejáveis e adaptam-se outras a fim de enfrentar desafios como a demanda mundial por alimentos, a desnutrição humana, as mudanças ambientais e a sustentabilidade.

4- Big Data

Big Data é um conjunto de dados coletados para orientar tomadas de decisões, sejam estas imediatas ou programadas. Podem ser referentes à semeadura, ao uso de produtos químicos, à aplicação de fertilizantes ou à colheita. Todo o processo de produção é conduzido por esse compilado de dados que tem como principais aspectos os 5 V’s: volume, variedade, velocidade, veracidade e valor.

As vantagens do Big Data perpassam as boas práticas na lavoura e chegam ao escritório. É porque a tecnologia quer que o gestor tenha cada vez mais autonomia sobre o seu negócio. Então, além de controlar as técnicas produtivas, ele mesmo pode fazer o fluxo de caixa e monitorar o estoque, por exemplo, através da automatização dos sistemas agrícola e financeiro.

5- Softwares

Ferramentas tecnológicas é o que não faltam para assessorar o trabalho no campo, mas, ainda que sejam diversas, o objetivo de quase todas é: deixar gestão mais assertiva. Ou seja, não adianta ter em mãos várias opções de tecnologia avançada se não soubermos fazer bom uso disso tudo e, sobretudo, não obter lucratividade.

Então, tudo se baseia em softwares que passam por constantes atualizações para deixar essa atividade cada dia mais fácil, produtiva e vantajosa.

Os softwares são ferramentas de informação. Em geral, cruza os dados reais que você informa com os dados que você deve alcançar e te dão o caminho para chegar lá.

Como um bom exemplo disso temos a plataforma do Fluxin, a tecnologia que a Agroflux criou para ajudar o produtor a realizar uma pulverização mais eficaz, com os produtos aplicados na dose certa, sem desperdícios e com o melhor custo-benefício. Após a medição, é através do software instalado no celular que o produtor recebe todos os relatórios com os dados das medições de cada bico pulverizador.

A vida no campo ficou mais fácil!

Porém, não adianta termos tudo na mão e não saber como utilizar.

Precisando de uma consultoria? Entre em contato agora com a Agroflux. Nós vamos te ajudar a fazer as melhores escolhas.

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