Ferrugem asiática causa prejuízos nas plantações de soja e afeta economia do país

Ferrugem asiática causa prejuízos nas plantações de soja e afeta economia do país

O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo, fato que impacta positivamente a economia do País, mas, para manter a rentabilidade do produto os agricultores encaram grandes desafios, como é o caso das doenças nas plantações, que causam transtornos significativos para o agronegócio.

Não é de hoje que as doenças trazem perdas técnicas e econômicas que afetam de forma negativa a lucratividade do agricultor e em muitos casos representam queda significativa na produção e diminuem consideravelmente a qualidade dos produtos.

No caso da soja, a doença que tem gerado preocupação e perdas catastróficas é a ferrugem da soja ou ferrugem asiática, que se espalhou por diversos países nos últimos dez anos. No Brasil os primeiros relatos da doença surgiram em 2011.

A ferrugem asiática é causada por um organismo denominado phakopsora pachyrhizi, que é um patógeno agressivo, que tem sido apontado como uma doença severa, pois, suas infestações já causaram perdas de até 90% da produção em lavouras que não conseguiram conter a tempo o avanço da doença.

Períodos chuvosos propiciam o desenvolvimento do fungo, pois a presença de água na superfície da folha representa o início da infecção. Depois disso, pequenas lesões começam a ser notadas, progredindo gradativamente de tamanho. Conforme a planta cresce a ferrugem vai se espalhando para outas partes da planta. Essas manchas possuem coloração amarelada ou cor de bronze, por isso a doença foi batizada com o nome de ferrugem.

Outro fator preocupante é que a doença é de fácil disseminação, pois o fungo pode ser dissipado pelo vento e, com isso, praticamente todas as regiões produtoras de soja do país sofrem com as infestações.

A principal estratégia de manejo adotada pelos agricultores para evitar maiores danos é a aplicação de fungicidas, que auxiliam no controle da doença. O controle químico pode ser iniciado logo que os primeiros indícios da doença forem descobertos.

Mas para que o controle por meio de fungicidas traga bons resultados, o agricultor precisa garantir que seus pulverizadores trabalhem corretamente, para que cada foco da doença receba a quantidade adequada do produto.

Para que isso ocorra de forma satisfatória os agricultores podem utilizar a tecnologia Fluxin, que é um equipamento de aferição criado pela Agroflux, que verifica os bicos do pulverizador, e traz uma análise completa do funcionamento das pontas, demonstrando assim se o fungicida está sendo distribuído de forma eficaz.

Para trabalhar com o Fluxin, o agricultor precisa apenas de um celular para que possa acessar o aplicativo. Dentro dessa plataforma, de maneira simplificada é possível inserir todos os dados do pulverizador.

Com os dados no aplicativo é hora de fazer a leitura que é realizada por um sensor. O resultado dessa leitura fica pronto na hora e rapidamente é possível detectar a vazão de cada uma das pontas e identificar quais bicos estão entupidos e fazer a regulagem do equipamento para que a distribuição do produto ocorra de forma eficaz.

O Fluxin gera relatórios, gráficos e planilhas, que podem ser exportados em Excel e PDF e compartilhados em tempo real, permitindo assim que toda a equipe envolvida no plantio esteja conectada, desde o trabalhador no campo até o engenheiro agrônomo.

Cada etapa do processo de medição do pulverizador é realizada de forma simples, pois o aplicativo pode ser manuseado por qualquer pessoa, já que possui uma plataforma de interação fácil.

Com a facilidade proporcionada pelo Fluxin, as medições podem ser realizadas com mais frequência e não apenas uma única vez por safra. Essa investigação frequente melhora a qualidade das pulverizações o que gera uma produtividade mais abundante.

Ao utilizar o Fluxin o agricultor faz as aplicações com alto nível de confiabilidade, o que eleva a qualidade do produto evitando também que pragas como a ferrugem asiática causem danos ainda maiores ao plantio.

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