Milho: a importância do grão para o Brasil e a diversificação do uso

O milho exerce um papel fundamental para a subsistência humana e não é de hoje, pois, historicamente o grão tem sido de vital importância como fonte de alimento e energia. Além disso, o milho é essencial para a eliminação de toxinas do organismo humano, já que, em seu processo de industrialização, diferente de outros cereais, ele mantém sua casca que é rica em fibras.

Diversos alimentos têm o milho como matéria-prima, como por exemplo, cereais, adoçantes, óleo, fubá, biscoitos, entre vários outros. Na culinária brasileira, o grão é amplamente utilizado no preparo de alimentos tradicionais como: polenta, pamonha, canjica entre tantas outras receitas que fazem parte do dia a dia da família brasileira.

O milho também compõe a alimentação animal, sendo responsável por 80% da dieta de aves e suínos no Brasil. A escolha do grão como ração animal se deve ao alto valor nutritivo e pelo nível de energia que proporciona.

Nesse contexto também é imprescindível falar sobre a produção de milho orgânico, tanto para fins de consumo humano in natura, como para suprir o mercado de alimentação animal, principalmente para a produção de ovos, frangos e leite bovino orgânicos.

O desenvolvimento sustentável empregado no processo do plantio do milho orgânico, bem como o respeito ao meio ambiente, tem se tornado cada vez mais importante para o consumidor que tem adotado práticas alimentares mais conscientes.

O Paraná é o maior produtor de milho orgânico do país, concentrando 31% dos produtores desse tipo de grão no estado, segundo pesquisa realizada pela Embrapa Milho e Sorgo. O resultado do estudo demonstra os esforços do Paraná, que foi um dos primeiros estados do país a apoiar e incentivar a agricultura orgânica.

Os produtores de milho orgânico receberam incentivos de políticas públicas estaduais, como a criação do Programa Paranaense de Certificação de Produtos Orgânicos (PPCO), único programa público no país a orientar e capacitar os produtores, auditar e certificar a produção de alimentos orgânicos. Além disso, o estado sempre dispôs de programas voltados para a agricultura familiar e orgânica, ações que fortaleceram ainda mais o movimento.

Outros motivos para o Paraná liderar o ranking são apontados pela pesquisa, como por exemplo, a proximidade geográfica de empresas consumidoras de grãos orgânicos, diminuindo desta forma os custos com transporte e, até mesmo o estímulo à realização de feiras livres com a venda de produtos orgânicos que são tradicionais para os paranaenses.

Além de alimento o milho é usado na fabricação de produtos químicos que têm como principal característica a econômica renovável, principalmente na produção do etanol, que é utilizado no país para aditivar a gasolina.

No Brasil, a produção de etanol de milho cresceu 58% de acordo com relatório publicado pela União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica). Os dados revelam que as indústrias que utilizam o milho como base para o etanol chegaram a produzir cerca de 2,57 bilhões de litros do combustível no último ano.

O país vem produzindo etanol há anos, tendo a cana-de-açúcar como princípio, porém, nos últimos anos, o país vem se destacando por integrar o milho na fabricação do combustível, que pode ser misturado à gasolina ou utilizado puro.

Independentemente da utilização, o milho é um dos principais produtos do agronegócio nacional, ao lado da soja, ele representa 80% da produção de grãos no país, segundo o Ministério da Agricultura.

Para suprir a demanda o agricultor precisa estar atento aos cuidados com o solo, doenças e ao ataque de pragas, como por exemplo, percevejo, lagarta-elasmo, pulgão e coró, que são apenas algumas das pragas que podem devastar plantações inteiras de milho.

O tratamento químico é uma das soluções que pode combater e eliminar a presença das pragas e doenças. No entanto não basta apenas pulverizar o produto, é necessário fazer a manutenção dos equipamentos de aplicação.

Para garantir a eficácia na aplicação do produto, a Agroflux desenvolveu o Fluxin, ferramenta que detecta falhas nos pulverizadores. A leitura é realizada por um sensor que é capaz de apontar possíveis problemas em poucos segundos após o início da aferição.

O Fluxin faz a verificação das pontas do aplicador, apresentando os bicos que estão entupidos ou que estão fazendo a vazão ineficiente do produto, permitindo dessa forma que o problema seja resolvido rapidamente.

Além de garantir eficiência na aplicação do produto, ao utilizar o Fluxin, o agricultor mantém o trabalho de forma mais organizada, além de uma comunicação clara e eficaz com a equipe envolvida na plantação, pois, o Fluxin permite exportar as leituras por meio de relatórios e dados e compartilhá-las em tempo real, por e-mail ou outros aplicativos de comunicação.

Também é possível acessar o histórico de leituras e gerar planilhas com dados complementares sobre o funcionamento do equipamento.  E caso haja dificuldade no manuseio do aparelho a Agroflux oferece um treinamento para sanar todo tipo de dúvida e para demonstrar como fazer a interpretação adequada dos dados, garantindo assim resultados reais.

Vale destacar que o Fluxin é uma ferramenta de fácil manuseio podendo ser manipulado por qualquer pessoa, sem exigência de conhecimento técnico.

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