Agricultura irrigada reforça a produção de alimentos e favorece uma colheita com mais qualidade

Dados apontam aumento de 9,25% na agricultura irrigada por pivôs centrais no Brasil entre 2017 e 2020

A Organização das Nações Unidas (ONU), aponta para a necessidade de um aumento de até 60% na produção agrícola de alimentos para suprir a demanda populacional de nove bilhões de pessoas em 2050, e o Brasil, será responsável por contribuir com uma parte considerável dessa expansão. A agricultura irrigada surge, neste cenário, como parte dos esforços para cumprir essa meta.

Vários são os benefícios da irrigação, que incluem uma produção mais segura no período de seca, aumento na produtividade de alimentos, segurança nutricional, redução de perdas e uma colheita com mais qualidade. Atualmente, a agricultura irrigada é responsável pela produção de 40% de alimentos, fibras e cultivos bioenergéticos, ainda assim, corresponde a menos de 20% da área total de cultivo no país.

Além de aumentar a produtividade, a agricultura irrigada reduz o custo unitário de produção e a utilização do solo durante todo o ano, chegando a até três ciclos de culturas no mesmo local. No entanto, para obter sucesso nessa categoria de cultivo, diversas ações são necessárias para que tudo ocorra como planejado. Entre esses cuidados, estão incluídos estudos do solo e do produto que se pretende plantar, planejamento, monitoramento e gestão da irrigação.

No Brasil, foram registrados 25.292 equipamentos de pivôs centrais de irrigação instalados, representando uma área potencialmente irrigada de 1,6 milhão de hectares em 2020. Minas Gerais é o estado com maior número de equipamentos instalados para a irrigação, cerca de 8.541, ocupando uma área irrigada de cerca de 500 mil hectares. Também possuem um número considerável de equipamentos instalados de irrigação os estados: São Paulo, Goiás, Bahia, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

Apesar dos benefícios oferecidos pela agricultura irrigada, ainda existe resistência, devido à preocupação com o gasto dos recursos hídricos. Entretanto, os agricultores que praticam essa técnica procuram combinar o cultivo com os períodos de chuva.

Além disso, esses produtores buscam recursos como a utilização de açudes para fazer o armazenamento de água, além de outras técnicas que reduzem consideravelmente o desperdício. Vale lembrar que, em nível global, a agricultura irrigada corresponde a menos de 2% do consumo de água doce do planeta.

Atualmente no Brasil, as lavouras com maiores áreas irrigadas são: cana-de-açúcar, arroz, soja, milho, feijão, café e laranja. A adoção da tecnologia de irrigação está em ascensão entre os agricultores, que enxergam na técnica de cultivo a oportunidade de maximizar os lucros e ao mesmo tempo reduzir os riscos.

Ainda assim, existem algumas barreiras que limitam a adoção dessa tecnologia, como espaço reduzido, grandes investimentos de capital e falta de informações disponíveis sobre as ferramentas adequadas para esse conceito de plantio.

Ao investir na tecnologia de irrigação, o agricultor está optando por utilizar uma tecnologia previsível, escapando assim dos métodos tradicionais, que, na maioria das vezes dependem da chuva, que causa dificuldades em algumas regiões por causa de grandes períodos de seca.

Tecnologia na calibragem do pulverizador

Hoje em dia, a agricultura conta com grande número de tecnologias que podem auxiliar no aumento da safra, bem como na produção de alimentos com mais qualidade.

Com o intuito de trazer benefícios para a agricultura, a Agroflux também desenvolveu uma tecnologia inovadora que é capaz de auxiliar os produtores a fazer um plantio saudável e abundante. Trata-se do Fluxin, ferramenta que utiliza tecnologia de ponta para fazer a aferição das pontas do pulverizador.

O Fluxin aponta, na hora, os problemas que existem no pulverizador, possibilitando assim a correção das falhas para que a aplicação dos defensivos agrícolas seja distribuída de maneira uniforme, evitando desperdício e sobrecarga de produto na plantação. É normal as pontas do pulverizador entupirem, o que exige a verificação constante do equipamento.

Fazer a calibragem do pulverizador é tão essencial quanto escolher o defensivo que será utilizado. Ao fazer uso do Fluxin, o agricultor pode regular seu equipamento diariamente, tendo em vista que, a leitura é feita em apenas alguns segundos. Além de ágil no diagnóstico, o Fluxin é fácil de transportar, por ser pequeno e utilizar bateria recarregável de longa duração.

Para fazer o gerenciamento das informações o agricultor recebe acesso ao aplicativo Dataflux, que concentra todas as informações da medição e as transforma em planilhas e gráficos que podem ser exportados em PDF e EXCEL, e, posteriormente compartilhados, de acordo com a necessidade do agricultor.

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